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A Endodontia é o ramo da Odontologia responsável pelo estudo da saúde da polpa dentária e de todo o sistema de canais radiculares. Em casos de alterações por cárie, fraturas dentárias, trauma oclusal, lesões endo-periodontais e muitas outras patologias endodônticas, o tratamento endodôntico (tratamento de canal) está indicado visando a manutenção da saúde dos tecidos periapicais.

Reconhecida como especialidade Odontológica nos E.U.A. em 1963 e regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Odontologia em 1975, a Endodontia atingiu um alto nível de evolução com o desenvolvimento de técnicas sofisticadas e o emprego de materiais e equipamentos de alta tecnologia, operados por profissionais altamente treinados.


Casos Clínicos


Endodontia

1. O que é Endodontia?
É o ramo da Odontologia responsável pelo estudo da saúde da polpa dentária e de todo o sistema de canais radiculares. Reconhecida como especialidade odontológica nos E.U.A. em 1963 e regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Odontologia em 1975, a Endodontia atingiu um alto nível de evolução com o desenvolvimento de técnicas sofisticadas e o emprego de material e equipamentos de alta tecnologia, operados por profissionais altamente treinados.

2. O que é um endodontista?
É o especialista na realização do tratamento de canal. Após a graduação em Odontologia, este profissional investiu aproximadamente dois anos em treinamento específico intensivo, realizado em curso de especialização aprovado pelo CFO (Conselho Federal de Odontologia), órgão regulamentador da profissão no Brasil. Normalmente este profissional está melhor preparado para resolver casos de tratamentos mais complicados.

3. Quando existe a necessidade do tratamento endodôntico?
Quando a polpa entra em um processo de degeneração irreversível que pode ser causado por fatores irritantes como cárie, traumatismos dentários, trauma oclusal, problemas endo-periodontais, grandes restaurações, desgaste dentário sem refrigeração, etc. Em algumas situações, quando o desgaste dentário necessário para uma restauração protética é muito grande, também pode haver a necessidade do tratamento endodôntico, mesmo que a polpa até aquele momento esteja sadia.

4. O tratamento de canal é dolorido?
Técnicas adequadas de anestesia local podem propiciar tratamento indolor na maioria dos casos. Após o tratamento, quando necessário pode-se prescrever analgésicos de uso comum. Raramente se faz necessário a prescrição de drogas mais potentes.

5. O tratamento de canal é caro?
Não. Principalmente quando consideramos que possui uma vida útil longa, bem como quando comparamos o seu custo com o que é gasto na reposição protética de um dente perdido devido à não realização do tratamento endodôntico.

6. Apesar de um trabalho bem realizado pelo dentista, pode ocorrer fracasso do tratamento endodôntico?
Apesar das taxas de sucesso em casos não complicados estar próxima a 95%, sempre existe a possibilidade de insucesso, comum em qualquer situação que envolva o tratamento de um organismo vivo. Esta taxa de sucesso varia dependendo de fatores tais como a qualidade do tratamento realizado pelo profissional, a presença ou não de infecção e a resposta orgânica do paciente à infecção e ao tratamento.

7. O insucesso do tratamento endodôntico significa que o dente tem que ser extraído?
Não. Existe ainda a possibilidade de se realizar técnicas de retratamento endodôntico e, em determinadas situações, a possibilidade de se resolver o problema com a remoção cirúrgica de uma pequena parte da raiz do dente.


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